quinta-feira, 24 de abril de 2008

dar sentido ao nome

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Plastic [art] Room
Philippe Ramette
Curious Wraith

Nanami Cowbroy

Javel
Beyond Light
Amy Ruppel

TyEnnis



Disposition
mention this to me. mention something, anything.. and watch the weather change.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Plastic [riBot] Room


Singular, unique, intense

photos by Bruce C Moore

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quinta-feira, 4 de outubro de 2007

WELT EM TÍTULO

Estamos neste momento a flutuar
sobre um ninho dè cegonhas
Bicos, bicos, biquinhos e grandes bocas
as minhocas contorcem-se de pânico

Numa tempestade de sexo oral com amantes
forçados, apercebo-me do acontecimento
as coisas movem-se
flutuando sobre o ninho

Quando o elemento masculino permanece dentro
da tua mulher querida
tu apenas desejas descanso
Começo a roer a glande de desgosto

Chego à conclusão
das minhas intrigas
Embora feliz

"Serei eu a razão das coisas
Como coisas serão a razão
Como a razão são coisas
Serei eu como serão
A Razão Das Coisas"


...Ed Gar...

O Náufrago



"Foi um suicídio longamente premeditado, pensei, e não um acto espontâneo de desespero.

O Glenn Gould, o nosso amigo e o mais importante virtuoso do piano do século, também só fez 51 anos, pensava eu ao entrar na estalagem. Só que esse não se matou como o Wertheimer mas morreu, como se costuma dizer, de morte natural. Quatro meses e meio em Nova Iorque e sempre, sempre as Variações de Goldberg e A Arte da Fuga, quatro meses e meio de "klavierexerzitien" como o Glenn Gould dizia repetidamente e sempre só em alemão, pensava eu.
Há vinte e oito anos exactos havíamos morado em Leopoldskron e estudado com o Horowitz, e (no caso do Wertheimer e no meu, não no do Glenn Gould naturalmente) com o Horowitz tínhamos aprendido mais durante um Verão completo, Verão em que chovera continuamente, do que durante os oito anos anteriores do Mozarteum e da Academia de Viena. O Horowitz tinha reduzido a zero todos os nossos professores. Mas esses horríveis professores foram necessários para nós compreendermos o Horowitz. Durante dois meses e meio choveu ininterruptamente, e nós fechávamo-nos nos quartos de Leopoldskron e trabalhávamos dia e noite, a insónia (do Glenn Gould!) tinha-se tornado para nós um estado crucial, durante a noite praticávamos para assimilar o que Horowitz nos havia ensinado durante o dia. Não comíamos quase nada, e durante todo esse tempo não tivemos dores nas costas, que aliás nos tinham atormentado durante todo o tempo em que havíamos estudado com os antigos professores; com o Horowitz essas dores nas costas não surgiram, porque estudávamos com uma tal intensidade que elas não podiam mesmo surgir. Quando terminámos as aulas com o Horowitz era evidente que o Glenn era o melhor pianista, superior ao próprio Horowitz, subitamente tive a impressão de que o Glenn tocava melhor do que o Horowitz, e, a partir desse momento, o Glenn foi para mim o mais importante virtuoso do piano do mundo, por muitos pianistas que eu tenha escutado a partir desse momento nenhum tocava como o Glenn, nem mesmo o Rubinstein, de que eu sempre gostara muito, era melhor que ele. O wertheimer e eu éramos tão bons um como o outro, o próprio Wertheimer dizia sempre: o Glenn é o melhor, se bem que não ousássemos ainda dizer que ele era o melhor do século. Quando o Glenn voltou para o Canadá tínhamos realmente perdido o nosso amigo canadiano, não pensávamos voltar a vê-lo de novo, estava de tal maneira obcecado pela sua arte que fomos obrigados a admitir que já não poderia aguentar esse estado durante muito mais tempo, que morreria em breve. Mas, dois anos depois de termos estudado todos os três com o Horowitz, o Glenn tocou no Festival de Salzburgo as Variações de Goldberg, que dois anos antes havia ensaiado connosco dia e noite no Mozarteum, e que continuara sempre a estudar. Depois do concerto os jornais disseram que nunca pianista algum tinha até então tocado as Variações de Goldberg de forma tão artística, disseram portanto depois do concerto em Salzburgo aquilo que nós já sabíamos e havíamos afirmado dois anos antes."

in BERNHARD, THOMAS - Der Untergeher
Plastic [...] Room
Do you like the Movies???
...do you?
Killer Idea by Bill Hicks

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terça-feira, 2 de outubro de 2007

Visions
Energia Vital Universal
drawings by A. Andrew Gonzalez

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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Plastic [vision] Room

The "Cornos" by Pope

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domingo, 30 de setembro de 2007

sábado, 29 de setembro de 2007

THE VAST EXPANSE
I acknowledge the privilege of being alive in a human body at this moment, endowed with senses, memories, emotions, thoughts, and the space of mind in its wisdom aspect.
It is the prayer of my innermost being to realize my supreme identity in the liberated play of consciousness, the Vast Expanse. Now is the moment, Here is the place of Liberation.
Witness the contents of mind, the visions and sounds, the thoughts, as clouds passing through the vast expanse - the sky-like nature of mind. The rootedness of Being is in emptiness, clarity and awareness: unborn, unspoilt, stainlessly pure.
The infinite vibratory levels, the dimensions of interconnectedness are without end. There is nothing independent. All beings and things are residents in your awareness.
I subject my awareness to the perfection of being, the perfection of wisdom and perfection of love, all of these being co-present in the Vast Expanse. I share this panorama of Being and appreciate all I can share it with...the seamless interweaving of consciousness with each moment.
Create perfection wherever you go with your awareness. That is why this teaching is admired by artists--they sense the correctness of the response to life as creative. Life is infinite creative play. Enjoyment and participation in this creative play is the artists profound joy. We co-author every moment with universal creativity.
To bare our souls is all we ask, to give all we have to life and the beings surrounding us. Here the nature spirits are intense and we appreciate them, make offerings to them--these nature spirits who call us here--sealing our fate with each other, celebrating our love.
I am an intersecting kaleidoscope of Being in a rainbow refractive wave pattern: a corpuscle of light on the ocean...the transparency of my body with the rocks...sometimes the only way to summarize my feelings is to draw--to collapse the frenzy in my limbs enough to make a mark out of profound appreciation for my existence.
Share your presence with others, no boundaries, completely openly lovingly. Love is what makes us alive, that is why we feel so alive when we love. Service is being available to love. Life is the combustion of love. That we love ourselves here, that is the true magnificence in the mountains of being. We are constantly drawing the line between love and not love--enter into the Non-duality Zone, and all judgements dissolve in the Vast Expanse.
It's as though we are co-conspirators of consciousness--everyone, everywhere, everywhen, mixing up our openable minds. It's as though we could gather clouds in the sky and people into our lives. Like an eruption of consciousness, we discover the most important force is love. Experience yourself as the Source and appreciate every moment as perfection. Sunrise--Sunset. Thank you, Thank you, Creator, profound unstoppable connectedness of all beings, pattern to everything, most radical no-thing, the Vast Expanse.

Alex GreyAugust 22,1994

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